Faccionada que girou R$ 2,8 mi alega ter "filho especial|" e tenta deixar cadeia...
Alvo da Operação Tudo 2, do Gaeco, Rithielly Borges dos Santos teve negado, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), o pedido liminar para deixar a prisão e cumprir a preventiva em casa. Segundo a investigação, ela aparece entre os integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) em Barra do Garças e teve as contas incluídas em um levantamento que identificou R$ 2.808.308,78 em movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda declarada.
O Ministério Público do Estado (MPMT) aponta ainda que o dinheiro circulava entre integrantes da facção em operações relacionadas à lavagem de dinheiro. A decisão é da ministra Nilsoni de Freitas, desembargadora convocada do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, que atua como relatora do recurso em habeas corpus apresentado pela defesa de Rithielly. A magistrada entendeu que, neste momento, não há ilegalidade evidente na prisão que justificasse uma decisão urgente e deixou a análise definitiva para o julgamento do recurso.
De acordo com o Relatório Técnico produzido pelo MP, as contas de Rithielly e de outros quatro investigados apresentaram “grande movimentação financeira, incompatíveis com a renda declarada”, além de transações entre os integrantes da organização criminosa que, segundo o documento, caracterizariam um esquema de lavagem de dinheiro em andamento.
A investigação é um desdobramento do Procedimento Investigatório Criminal instaurado a partir da análise de aparelhos eletrônicos e dados bancários apreendidos nas fases 1 e 2 da Operação Tudo 2.
O Gaeco sustenta que o grupo seria uma “robusta organização criminosa (Orcrim) denominada Comando Vermelho (CV), com atuação permanente na região de Barra do Garças/MT”. O relatório aponta um padrão de depósitos fracionados, muitos deles no valor de R$ 100, descritos como “peita” ou “camisa”.
Segundo a investigação, esses valores seriam mensalidades...







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