Ex-prefeita chama pacto da água de eleitoreiro. "coitado do povo"...
Ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (União), analisou nesta quin-afiera que a população da cidade está sofrendo com a má gestão da atual gestora, Flávia Moretti (PL). Além disso, chamou de “eleitoreiro” o pacto nomeado de “Aliança pela Água”, anunciado na semana passada pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Ela comandou o município de 2015 a 2020 e foi sucedida pelo vice, Kalil Baracat (MDB), que não conseguiu a reeleição em 2024. O marido dela, senador Jayme Campos (União) e o cunhado, deputado estadual Júlio Campos (União), também foram gestores da cidade. "Cada gestor faz como acha que deve ser feito. Se ela acha que assim está bom, o problema é dela. Mas coitada da população que está sofrendo", disparou a ex-prefeita nesta quinta-feira (30).
O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi firmado entre o Ministério Público Estado, Governo de Mato Grosso e Tribunal de Contas (TCE), junto à Prefeitura. Ele prevê um plano emergencial de obras e melhorias para sanar as fragilidades da infraestrutura e capacidade operacional da autarquia.
De acordo com Pivetta, serão destinados R$ 60 milhões que deverão ser utilizados para reestruturação do DAE, incluindo a compra de novos equipamentos e máquinas para garantir o funcionamento da instituição. Sobre isso, a ex-gestora ironizou. “Eleitoreiro, né?", resumiu.
Pivetta busca a reeleição. Jayme precisa passar pela convenção do União Brasil para ser oficializado como candidato.
Lucimar também comentou a respeito do decreto de calamidade financeira anunciado pela prefeita na semana passada. A decisão foi motivada pelo bloqueio judicial de R$ 19 milhões nas contas do município, atingindo recursos do ICMS e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), além do elevado comprometimento das finanças com o pagamento de precatórios.
Moretti culpou o ex-prefeito Kalil Baracat (MDB) e o atual presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira...










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