Mulher teve corpo queimado após negar sexo com assassino em VG...
Alexandre Ferreira/Cadeia Neles
Josivany Borges de Amorim Rodrigues, 45, foi assassinada e teve o corpo queimado, no dia 1º de junho, em Várzea Grande, após se negar a fazer sexo com Gabryel Junio de Almeida Dirceu, 20, preso nesta segunda-feira (8), pela Polícia Civil. Eles chegaram a combinar um programa sexual, e o pagamento seria em droga e dinheiro.
Ela consumiu droga com ele, mas recusou o sexo. Gabryel não gostou e cometeu o crime sexual e contra a vida da vítima.
Segundo as informações da delegada Jéssica Assis, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Josivany e Gabryel não se conheciam. “Eles tiveram um breve encontro, no dia 31 de maio, à noite, em que ele a avistou na praça, no Centro de Várzea Grande, e se interessou por ela”, conta.
Em seguida, ele a abordou, conversaram e combinaram um programa sexual em troca de dinheiro e drogas. Delegada cita que, em depoimento, Gabryel ressalta que eles tiveram uma discordância antes do ato sexual. “A vítima se arrependeu. Chegou a consumir a droga em uma residência abandonada e depois falou que não queria mais”.
Ao tentar ir embora, foi seguida pelo suspeito. Esse é o momento em que as câmeras de segurança filmam o suspeito e a vítima na rua do crime. É possível ver ainda o assassino empurrando a vítima e a levando para o matagal, onde ela foi estuprada e morta.
“Na versão dele, ele diz que a vítima o atacou com uma faca que estava dentro da bolsa dela. Admite que a empurrou para o mato diante da discordância dela em praticar o ato sexual. Disse ainda que ‘agora você vai, já consumiu a droga, eu te paguei’, lembra Assis.
Porém, ela ressalta que há uma contradição. No vídeo, é possível ver que ele estava carregando a bolsa da vítima. Além disso, as imagens apontam que a relação sexual não foi consentida, ou seja, ela não queria.
Delegada ressalta que há pontos interessantes no interrogatório, como o fato de o...








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